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  • Suinocultura - Publicada em 24/03/2021

Estudo mostra que Fostera Gold PCV MH impacta na rentabilidade da granja

Vacina da Zoetis apresentou resultados melhores que a do concorrente em todos os indicadores importantes de produtividade

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Por: Assessoria
24/03/2021

Considerada uma das grandes ameaças da suinocultura no Brasil, a circovirose suína, causada pela infecção do vírus PCV2, foi diagnosticada pela primeira vez no final da década de 1990 pela Embrapa Suínos e Aves. De lá para cá, o circovírus evoluiu, gerando novos genótipos, que hoje circulam a campo, como o PCV2b e PCV2d. O produtor viu também serem lançadas algumas tecnologias para prevenção e controle da doença, que acomete os plantéis brasileiros. E, embora sejam eficazes, algumas diferenças podem ser observadas na granja.

Um estudo comparativo de vacinas contra a circovirose suína realizado de novembro de 2019 a abril de 2020 pela Zoetis, em uma agroindústria de Santa Catarina, com um grupo de 7.200 animais observou os seguintes aspectos- peso médio dos animais no abate, ganho de peso (GPD), conversão alimentar (CA) e mortalidade, considerados os mais importantes indicadores de produtividade.

"Foram vacinados contra circovirose e pneumonia enzoótica dois grupos de igual tamanho, oriundos do mesmo sistema de produção, no primeiro dia de creche (aos 24 dias de vida). O primeiro recebeu dose única de Fostera Gold PCV MH e o segundo foi imunizado com duas vacinas monovalentes, com uma dose de 2 ml para Mycoplasma e uma dose de 1 ml para circovírus", explica o médico-veterinário Dalvan Veit, Gerente Técnico de Suínos da Zoetis. Ao final da fase de terminação, os números obtidos em cada grupo mostraram vantagens no uso e mais produtividade nos indicadores avaliados para Fostera Gold PCV MH.

No abate, o peso médio dos animais que utilizaram Fostera Gold foi 127,27 Kg. Já no grupo que usou produto da concorrência foi 123,64 Kg. - uma diferença de 3,6 Kg. Em relação ao ganho de peso diário, o grupo Fostera Gold apresentou 0,911 Kg; já o grupo com o protocolo concorrente, 0,894 Kg - uma diferença de 17 g a mais para o grupo Fosfera Gold, que no acumulado de 114 dias de terminação representa 1,9kg a mais de peso produzido nesta fase por cada suíno. Quanto à conversão alimentar, 2,422 Kg foi o resultado do grupo Fostera Gold, enquanto o grupo que recebeu o protocolo concorrente apresentou 2,452 Kg, uma economia em favor do grupo Fostera Gold de 30g. de ração consumida para cada quilo de suíno produzido. O último aspecto observado foi a mortalidade. Ao final do estudo, o grupo Fostera Gold apresentou índice de mortalidade de 1.91% e o concorrente, de 2,35%, uma redução de 18,7%.

O especialista explica como esses índices se converteram em rentabilidade. "Vamos considerar valores praticados hoje mas, que pela oscilação de mercado podem variar. O valor do Kg. do suíno é de R﹩ 6,20, o custo médio do Kg. de ração na fase de terminação é de R﹩ 1,50. Tendo isso, multiplicamos a diferença de GPD entre os grupos estudados (17g) por 113,6 dias, correspondente ao período de terminação, e o valor do Kg do suíno (R﹩ 6,20) para chegarmos à rentabilidade do produtor sob o ganho de peso. Neste estudo foi de R﹩ 11,97 para cada animal.

Em relação à conversão alimentar (CA), a conta que fazemos multiplica a diferença de 30g entre os grupos estudados por 104,6 Kg produzidos por suíno e o custo médio do Kg. da ração (R﹩1,50) e chegamos a R﹩ 4,71 por animal abatido. Esse valor representa a economia do produtor por suíno, já que o grupo que recebeu Fostera Gold consumiu 30g. a menos de ração que o grupo da concorrência. "O que esse estudo nos mostra é a vantagem de Fostera Gold PCV MH em relação ao concorrente sob todos os indicadores de produtividade avaliados - peso final, GPD, CA e mortalidade. Além de seguro e eficaz, o uso dessa vacina se converteu também em lucro para o produtor", pontua Veit.

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